São Francisco se torna a maior cidade dos EUA a proibir a comercialização de pele animal

Cidade de São Francisco proíbe a venda de produtos feitos em pele de animal
Cidade de São Francisco proíbe a venda de produtos feitos em pele de animal

#crueltyfree: a cidade de São Francisco, nos EUA, acaba de aprovar uma lei que proíbe a venda de itens de vestuário e acessórios confeccionados em pele de animal.

A novidade irá valer a partir de 1 janeiro de 2019 e a multa para os varejistas que não cumprirem a ordem começa em US$ 500.

A decisão e punição não cabe para o uso de pele de carneiro e ovelha. Lojas revendedoras de artigos de segunda-mão, como brechós, também estão imunes, desde que as peças não sejam desenvolvidas com pele e pelo de espécies em vias de extinção.

Lei que proíbe a venda de produtos feitos em pele de animal vale a partir de janeiro de 2019
Lei que proíbe a venda de produtos feitos em pele de animal vale a partir de janeiro de 2019

“50 milhões de animais são violentamente mortos a cada ano em todo o mundo para apoiar a indústria da moda. A venda de pele em São Francisco não condiz com nosso lema de tratar todos os seres vivos, humanos e animais, com bondade”, declarou Katy Tang, supervisora do distrito, em comunicado oficial.

Tempos atrás, West Hollywood e Berkeley, cidades da Califórnia, e até São Paulo, aqui mesmo, no Brasil, tomaram medidas semelhantes.

Vale lembrar que, recentemente, marcas importantes e de alcance internacional, como GucciVersace, Michael Kors, Diane von Furstenberg, Hugo Boss, Armani, Furla, Calvin Klein, Ralph Lauren, Michael Kors e Jimmy Choo, também aderiram a iniciativa e juraram encerrar definitivamente a criação de produtos feitos do material.

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